Tudo começa quando este demónio chega com uma atitude feroz, assustadora, agressiva, intimidadora. Trás consigo as trevas da escuridão, o fogo do inferno, e as afiadas pontas das lanças.
Chega a nós e ocupa a nossa alma, o nosso espirito, a nossa mente, a nossa fé.
No meio de tanto desgosto e ódio, existe sempre o(s) anjo(s) que te ajuda(m) a superar os obstáculos que por ai estão expostos. Tem fé naquilo que és e não no que pensas ser, dá valor aquilo que tens e não no que quererias ter. Agradeçe por cada anjo que tens do teu lado, porque mais vale um anjo que mil demónios.
Direi um dia que o anjo que esteve sempre do meu lado desapareceu, porque a sua missão foi concluida, eliminou o meu maior demónio. Cada um tem um demónio diferente dentro de si, uma ameaça mais agressiva ou mais consciente. Mas o que não sabemos é que todos esses demónios pertencem a mesma família, são todos premissas que originaram uma conclusão.
Quando vires esse demónio a levar-te cada vez mais para o fundo, grita bem alto, e o teu anjo virá em teu auxilio, pegar-te-á na mão e trará à superficie, mostrando-te que a força de uma mente sã é mais forte que qualquer raiva, ódio ou rancor.
E agora perguntam-se vocês, "falas tu de tantos demónios mas que demónios são esses?".
Esses demónios são o nosso medo.

O tenho medo do medo. Mesmo antes do receio chegar, dos táis demónios aparecem, eu tenho medo. Eu tenho medo que os demónios apareçam. Tenho medo que não surjam os anjos a que te referes, a tempo de me fazer deixar de ter medo. E é uma contradição... É um ciclo de ironias. Pois enquanto espero que os anjos apareçam, de modo a salvar-me do medo, já eu estou com medo.
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